Um pouco do que a mente humana pode produzir ou reproduzir num pequeno espaço, com muito amor.
Relógio
sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Noite
NOITE
Acolhe-me, ó noite platinada,
os pensamentos e a alma, num enleio,
a relembrar os sentimentos idos
como se eu fora dividida ao meio.
Ontem e hoje, tempo e espaço apenas,
revelam um sonho acalentado a dois.
Tínhamos tudo. O ontem foi feliz.
Não temos NÓS no espaço do depois...
Sinto-me só, na noite em que estás só.
A tua falta assenta-se na cama
a me dizer que o amor se tornou pó.
Diviso em névoa teu rosto querido
e digo à falta que me fazes (tanta!...)
que o nosso amor é vivo e, à noite, canta.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Sobre Bin Laden
Andei lendo e ouvindo muito sobre a notícia da morte do terrorista mais procurado do mundo e, diante de tantas pessoas que acusam Obama de assassinato, invasão, etc., me ponho a refletir.
Se Osama fosse apenas capturado e levado aos EE. UU. para ser julgado, alguém tem dúvidas de que ele seria considerado CULPADO? Só seria inocentado pelos que o seguiram e pactuaram com seus crimes hediondos contra a humanidade (contra inocentes, diga-se de passagem) e estes não estariam no corpo de jurados, claro!
Partindo deste pressuposto, ele seria penalizado. Qual seria a pena? Enforcamento, tal qual Sadam Hussein? Injeção letal? Porque não dá pra ser prisão perpétua, diante de tantos fatos criminosos e diante das probabilidades deste homem continuar a ter contato com seus asseclas . Então ele seria executado? Muito provavelmente!
Obama, imbuído da autoridade que tem como Presidente do país que mais foi atingido, decretou sua execução sumária. Ele errou? Claro que não!
Obama apenas antecipou-se a um prolongamento desnecessário de um julgamento, cujo resultado todos já sabiam qual seria.
Sinto muito por aquelas pessoas que queriam ver sangue, os vampiros ocultos da humanidade, que dariam tudo pra ver a execução de Osama. Mas creiam, foi melhor assim.
Quanto ao Paquistão ser ou não conivente com terroristas, não o creio. Um país acuado por um reduto terrorista que vive nele e que pode se voltar contra ele com um furor ensandecido, tem mesmo que "ficar calado", mesmo que na aparência.
Alguém realmente pensa que a autoridade paquistanesa não sabia de nada? Por favor, se poupem!
O fato foi consumado com a aquiescência de todos.
Há quase dez anos o mundo todo esperava por isso...
"A justiça foi feita!" segundo os homens.
10 coisas a aprender com os japoneses
黒岩
– 01 –
A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando,
gritando e reclamando que
“havia perdido tudo”.
A tristeza por si só já bastava.
– 02 –
A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida.
Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
– 03 –
A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo.
Os prédios balançaram, mas não caíram.
– 04 –
A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente
necessitavam no momento.
Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
– 05 –
A ORDEM
Nenhum saque a lojas.
Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas.
Apenas compreensão.
– 06 –
O SACRIFÍCIO
Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar
para os reatores da usina de Fukushima.
Como poderão ser recompensados?
– 07 –
A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços.
Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância.
Os fortes cuidavam dos fracos.
– 08 –
O TREINAMENTO
Velhos e jovens,
todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente
o que lhes foi ensinado.
– 09 –
A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias.
Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis.
Apenas calmas reportagens dos fatos.
– 10 –
A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja,
as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras
e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO
A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando,
gritando e reclamando que
“havia perdido tudo”.
A tristeza por si só já bastava.
– 02 –
A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida.
Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
– 03 –
A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo.
Os prédios balançaram, mas não caíram.
– 04 –
A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente
necessitavam no momento.
Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
– 05 –
A ORDEM
Nenhum saque a lojas.
Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas.
Apenas compreensão.
– 06 –
O SACRIFÍCIO
Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar
para os reatores da usina de Fukushima.
Como poderão ser recompensados?
– 07 –
A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços.
Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância.
Os fortes cuidavam dos fracos.
– 08 –
O TREINAMENTO
Velhos e jovens,
todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente
o que lhes foi ensinado.
– 09 –
A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias.
Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis.
Apenas calmas reportagens dos fatos.
– 10 –
A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja,
as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras
e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO
Mensagem enviada por e-mail por Ana Matos
Copiado do Blog www.cristaoconfuso.com
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Momento
Hoje desdenhei a razão
e me relacionei com pessoas duras
de palavras cortantes
como o frio aço
a separar
a dividir
e sangrei...
Liberdade
Eu gosto de ser poeta
na liberdade irrestrita
de escolher o que escrever.
Poeta jamais seria,
se grilhões me aprisionassem
e eu só cantasse tristezas
e amores mal-resolvidos.
Só sou poeta porque
sofrendo escrevo alegria,
minto, finjo, escondo ou mostro,
fazendo só o que gosto,
escrevendo o que decido.
Escrevo aquilo que sinto
e o que te vejo a sentir,
escrevo o que gostaria,
mas que não pode existir,
faço arte e artimanhas,
brinco com todas as letras
se nelas encontrar vida.
E retrato e espelho ainda
a beleza e a fealdade.
Poeta jamais seria
se não fosse em liberdade...
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Luminosidade
Já não me assombram mais
os novos conhecimentos.
Os seres humanos divergem,
sendo iguais desigualmente.
Os que marcam presença em vida
são percebidos desiguais, incomuns,
apenas pela luminosidade
que lhes é inerente
e que, ainda que o não queiram,
ofusca todos os demais.
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Roberto Carlos - Detalhes (2009)
Esta música é o elo que me liga ao único homem que amei em minha vida.
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Sobre Educação, postado no UOL
08/03/2011 - 00h02
Qualificação profissional e educação não garantem o futuro
Paul Krugman- Milhares de chineses desempregados visitam uma feira de emprego na cidade de Shenyang, nordeste da China. Concorrência para os trabalhadores qualificados nos Estados Unidos
Todo mundo sabe que a educação é um fator fundamental para o sucesso econômico. E todos sabem que os empregos do futuro exigirão níveis de qualificação cada vez mais elevados. Foi por isso que, ao dar uma declaração quando estava acompanhado do ex-governador da Flórida Jeb Bush, na última sexta-feira, o presidente Barack Obama afirmou: “Se nós desejarmos mais boas notícias sobre empregos, precisaremos investir mais em educação”. Mas há um erro em relação a esta verdade conhecida por todos.
No dia seguinte ao evento do qual Barack Obama e Jeb Bush participaram, o “The Times” publicou um artigo sobre o uso crescente de softwares para a realização de pesquisas na área de direito. Os computadores são capazes de analisar rapidamente milhões de documentos, realizando de maneira barata uma tarefa que antigamente exigia um batalhão de advogados e especialistas em direito. Neste caso, então, o progresso tecnológico está na verdade reduzindo a demanda por trabalhadores com alto nível educacional. E as pesquisas na área de direito não se constituem em um exemplo isolado.
Conforme o artigo observa, os programas de computador estão também substituindo engenheiros em certas atividades, como o design de chips. Falando de forma mais abrangente, a ideia de que a tecnologia moderna elimina apenas os empregos para trabalhadores não qualificados, e de que os profissionais de alta qualificação são os nítidos vencedores, pode prevalecer nas discussões populares, mas a verdade é que tal ideia está na verdade superada há décadas.
O fato é que desde mais ou menos 1990 o mercado de trabalho dos Estados Unidos caracteriza-se não por um aumento generalizado da demanda por qualificações, mas sim por esvaziamento de uma “zona intermediária”: o número de empregos de alta e de baixa remuneração têm crescido rapidamente, mas o daqueles de remuneração média – ou seja, aquele tipo de trabalho que sustenta uma classe média robusta – tem ficado para trás. E esse buraco no campo intermediário do mercado de trabalho tem aumentado continuamente: muitas das ocupações de alta remuneração que cresceram rapidamente na década de noventa têm crescido muito mais lentamente nos últimos tempos, ainda que o índice de empregos de baixa remuneração tenha se acelerado. Por que isso está acontecendo?
A crença de que a educação está se tornando cada vez mais importante se baseia na ideia aparentemente plausível de que os avanços tecnológicos resultam em um aumento das oportunidades de emprego para aqueles indivíduos que trabalham com informação – ou, em outras palavras, na ideia de que os computadores ajudam aqueles que trabalham com o cérebro, prejudicando ao mesmo tempo as pessoas que fazem trabalhos manuais.
Alguns anos atrás, porém, os economistas David Autor, Frank Levy e Richard Murnane argumentaram que esta era a forma errada de pensar a respeito dessa questão. Eles observaram que os computadores são excelentes para as tarefa que envolvem rotina, “tarefas cognitivas e manuais que são realizadas mediante o seguimento de regras explícitas”. Portanto, qualquer tarefa rotineira – uma categoria que inclui muitos empregos qualificados, não manuais – encontra-se na linha de fogo.
Por outro lado, os trabalhos cuja execução não se dá mediante o seguimento de regras explícitas – uma categoria que inclui vários tipos de trabalho manual, de motoristas de caminhão a zeladores de edifícios – tenderão a crescer mesmo com o progresso tecnológico. A questão fundamental é que a maioria do trabalho manual que ainda está sendo realizado na nossa economia parece ser de um tipo que é difícil de automatizar.
Notavelmente, com os operários respondendo por cerca de 6% do emprego nos Estados Unidos, não restaram muitos empregos nas fábricas para serem perdidos. Enquanto isso, muitos trabalhos qualificados que são atualmente realizados por profissionais de alto nível educacional e que geram um pagamento relativamente elevado poderão ser em breve computadorizados. O aspirador de pó robotizado Roomba pode ser engraçadinho, mas falta muito ainda para que tenhamos robôs atuando como zeladores de prédios. Mas a pesquisa computadorizada na área de direito e os diagnósticos médicos auxiliados por computadores já fazem parte da realidade atual.
Além disso, há a globalização. Antigamente, só os trabalhadores de fábricas precisavam se preocupar com a concorrência do exterior, mas a combinação de computadores e telecomunicações tornou possível o fornecimento de diversos serviços à distância. E as pesquisas dos meus colegas da Universidade de Princeton, Alan Blinder e Alan Krueger, sugerem que os trabalhos de alta remuneração feitos por profissionais de elevado nível educacional são mais fáceis de serem transferidos para o exterior do que aqueles desempenhados por trabalhadores de remuneração e nível educacional mais baixos.
Caso eles estejam certos, a tendência crescente de internacionalização dos serviços esvaziará ainda mais o mercado de trabalho dos Estados Unidos. Então, o que tudo isso nos diz a respeito de políticas públicas? Sim, nós precisamos consertar o sistema educacional dos Estados Unidos. Em especial, as desigualdades que os norte-americanos enfrentam logo no início – crianças brilhantes oriundas de famílias pobres têm uma probabilidade menor de concluírem um curso superior do que os crianças bem menos capazes, mas que são filhas de indivíduos ricos – não se constituem apenas em um escândalo; elas representam também um enorme desperdício do potencial humano do país.
Mas existem certas coisas que a educação não é capaz de fazer. Em especial, a ideia de que fazendo com que mais jovens cursem a universidade nós seremos capazes de restaurar aquela sociedade de classe média com a qual estávamos acostumados é inteiramente falsa. Ter um diploma superior não representa mais garantia de um bom emprego, e isso está se tornando cada vez mais verdadeiro a cada década que passa. Portanto, se quisermos uma sociedade na qual a prosperidade seja amplamente compartilhada, a educação não é a resposta – nós teremos que procurar construir tal sociedade diretamente.
Precisamos restaurar o poder de negociação que o trabalho perdeu nos últimos 30 anos, de forma que tanto os trabalhadores comuns quanto os super astros contem com a capacidade de negociar por melhores salários. Nós temos que garantir as coisas essenciais, em especial o acesso aos serviços de saúde, a todos os cidadãos. O que não conseguiremos fazer é atingir esse objetivo apenas dando diplomas universitários aos trabalhadores. Esses diplomas poderão representar cada vez mais a entrada em empregos que não existem ou que não pagam salários de classe média.
Paul Krugman
Professor de Princeton e colunista do New York Times desde 1999, Krugman venceu o prêmio Nobel de economia em 2008
Sobre resiliência
Concordo com os pareceres dos psicólogos citados no artigo anterior, mas faltou o item principal, na minha opinião de pessoa com um histórico de vida marcado pelas muitas desgraças.
Eu colocaria como item principal o jogar-se nas mãos de Jesus, com a medida de fé que lhe foi dada, porque foi exatamente assim que me tornei resiliente, por ELE.
F. M. A.
Eu colocaria como item principal o jogar-se nas mãos de Jesus, com a medida de fé que lhe foi dada, porque foi exatamente assim que me tornei resiliente, por ELE.
F. M. A.
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