quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Borboleta

Na fragilidade da borboleta
de asas diáfanas
meu coração se retrai
se contrai
 e se avoluma.
Sinto-te tão perto!
Quero e preciso aproximar-me mais
Estar contigo
mas te diluis
e, como água entre pedras
corres...
Eu te quero aqui
mas já não estás...
Bato as asas sem voar
e vou ficando
onde tinhas o teu lugar...