quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Falsidades mútuas...

Descobrir-te falso, frio,
com aparência tão doce,
faz-me pensar como fosses
pedra de fundo de rio.

A verdade tem tal força
a atravessar tempo e espaço
que os versos de amor que faço
fazem que a alma se torça.

Não foi amor que vivemos.
Nada fomos, nem seremos
depois de tal descoberta.

Fui-te infiel, tu mentiste.
O que nos sobra é tão triste...
Mas minha alma está liberta!